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Festival Internacional de Música


  • HISTORIAL

  • INTÉRPRETES

  • COMPOSITORES

O Festival Internacional de Música da Póvoa de Varzim – Costa Verde – Portugal (FIMPV: festivalmusica@cm-pvarzim.pt) foi criado em Julho de 1979 pela concessionária da zona de jogo local, a empresa SOPETE, S. A., sob proposta do pianista Sequeira Costa. A fundação do FIMPV obedecia a quatro objectivos nucleares que viriam a manter-se ao longo do historial: a apresentação de intérpretes de nível internacional e dos músicos portugueses mais relevantes; lançamento de jovens intérpretes portugueses, ainda desconhecidos do grande público; valorização dos monumentos arquitectónicos da região como espaços de concerto; e promoção da região em Portugal e no estrangeiro. Subjacente a esses objectivos tem estado a preocupação constante da divulgação das obras-primas da grande música europeia de todas as épocas e o apoio à criação contemporânea.


A Câmara Municipal da Póvoa de Varzim (CMPV), que havia acolhido a iniciativa desde a primeira hora, cedeu em 1994 importantes estruturas para instalação do secretariado e, também a partir desse ano, iniciou uma parceria com a empresa fundadora, assumindo responsabilidades de organização e promoção, passando inclusive a estar na base da criação da Associação Pró-Música da Póvoa de Varzim (APMPV), em 2003, estrutura destinada a gerir legalmente a gestão conjunta do FIMPV e mais quatro ATIVIDADES complementares e interligadas: a Escola de Música da Póvoa de Varzim (EMPV), instituída em 1988; a Orquestra Sinfónica da Póvoa de Varzim / Orquestra Verazin (OSPV/OV), fundada em 2002, mas suspensa desde 2012; o Concurso Internacional de Composição da Póvoa de Varzim (CICPV), em 2005; e o Quarteto Verazin (QV), formado em 2007.


Factor determinante na manutenção do FIMPV, o Ministério da Cultura / Secretaria de Estado da Cultura presta o seu apoio estruturante desde 1997, financiando regularmente a atividade, que se submete a concursos públicos periódicos sempre com estimulantes resultados. Algumas empresas nacionais e regionais contribuem também com o seu apoio financeiro ao abrigo da Lei do Mecenato, embora de forma residual. A empresa sucessora da SOPETE – A Varzim Sol, S. A., concessionária da zona de jogo da Póvoa, abandonou a parceria no início de 2006. O FIMPV beneficia da colaboração estabelecida com alguns dos mais belos templos religiosos da região, como espaços de concerto, nomeadamente a Igreja Matriz da Póvoa de Varzim e a Igreja Românica de S. Pedro de Rates.


Embora sediado na Póvoa de Varzim, ao irradiar nas primeiras edições a sua influência directa por todo o Norte do país (designadamente Braga, Viana do Castelo, Porto, Vila do Conde, Ponte de Lima, Amares, Barcelos, Caminha, Valença, Guimarães, Vila Nova de Famalicão e Vila Real), o FIMPV contribuiu decisivamente para despertar a curiosidade e formar um público próprio e renovado de edição para edição, num admirável esforço de descentralização cultural pioneiro na época.


Do valioso património do FIMPV consta a colaboração dos mais relevantes músicos portugueses e boa parte dos mais respeitados intérpretes internacionais das últimas décadas, alguns em estreia absoluta em Portugal.


Ao longo do seu historial, o FIMPV tem procurado estar a par e, por vezes, antecipar as tendências estéticas da arte musical contemporânea, proporcionando a apresentação dos mais respeitados mentores da música antiga “historicamente informada” e dos expoentes internacionais do repertório clássico-romântico e da contemporaneidade. Continua a imprimir um forte apoio aos novos valores da criação e interpretação portuguesas, sem descurar o esforço de captação e formação de novos públicos através de diversas ATIVIDADES complementares e manifestações paralelas, muitas delas ao longo do ano, servindo-se para tal das sinergias resultantes das iniciativas regulares da EMPV, do QV e do CICPV.


Natural destinatário de todo este esforço gigantesco, o público do FIMPV tem correspondido calorosamente à maioria das propostas, radicadas na exigência de uma identidade afirmada, vontade de surpreender, inovar e reencontrar o espírito de aventura dos primitivos Festivais de Verão, em enquadramentos históricos apelativos. Através delas, o FIMPV tem assumido desafios permanentes, estimulado pela adesão e curiosidade das audiências, pela cumplicidade da CMPV e pelo reconhecimento institucional do Estado Central – uma tríplice aliança empenhada na nobre missão de dar cumprimento a um genuíno Serviço Público.

Produção vídeo do MAIS/Semanário sobre o FIMPV integrou programa da RTP2



37.º FIMP 2015

* Cartaz para download em .jpg

* Programa para download em .pdf

Fica uma breve listagem, por ordem alfabética, dos intérpretes que passaram pelo Festival Internacional de Música da Póvoa de Varzim (FIMPV):


  • Accentus Choeur de Chambre (França) / Laurence Equilbey (2003)
  • Alban Berg Quartett (Áustria) – quarteto de cordas (1999 e 2001)
  • Aldo Ciccolini (Itália/França) – piano (1981)
  • Alexander Melnikov (Rússia) – piano (1997, 2000, 2007 e 2011)
  • Alexandre Tharaud (França) – piano (2011)
  • Alfred Brendel (Áustria) – piano (1983)
  • Amandine Beyer (França) – violino / Mala Punica (2002, estreia em Portugal) / Gli Incogniti (2009, estreia em Portugal), 2010 e 2012)
  • Ana Bela Chaves (Portugal) – violeta (1979 e 2009)
  • Ana Mafalda Castro (Portugal) – cravo (1991, 1993, 1994, 1997, 2002, 2006)
  • Andreas Staier (Alemanha) – cravo (2009)
  • Andrew Lawrence-King (Reino Unido) – harpa / The Harp Consort (2003, estreia em Portugal) / (2005)
  • Anima Eterna Brugges (Bélgica) – orquestra barroca / Jos van Immerseel / Midori Seiler (2001)
  • Anne Gastinel (França) – violoncelo / Claire Désert – piano (2009)
  • Anner Bylsma (Holanda) – violoncelo (1993) / L’Archibudelli (1995)
  • António Rosado (Portugal) – piano (1984, 1999, 2001, 2002 e 2009)
  • António Saiote (Portugal) – clarinete (1993, 1997, 1998, 1999, 2001, 2003, 2004 e 2008)
  • Arcadi Volodos (Rússia) – piano (2000 e 2009)
  • Artur Pizarro (Portugal) – piano (1982, 1986 e 1987)
  • Ashley Solomon (Reino Unido) – flauta (1991) / Florilegium (2004, estreia em Portugal)
  • Augustin Dumay (França) – violino (2008)
  • Ballet Gulbenkian (Portugal) (1982, 1994, 1995 e 1996)
  • Blandine Rannou (França) – cravo (2004)
  • Boris Berezovsky (Rússia) – piano (1995, estreia em Portugal, 2008)
  • Cantica Symphonia (Itália) – agrupamento vocal e instrumental / Giuseppe Maletto (2011, estreia em Portugal)
  • Cantus Cölln (Alemanha) – agrupamento vocal e instrumental / Konrad Junghänel (2001, estreia em Portugal)
  • Capilla Flamenca (Bélgica) – agrupamento vocal / Dirk Snellings (2010)
  • Céline Frisch (França) – cravo (2003, estreia em Portugal)
  • Christophe Rousset (França) – cravo (1999)
  • Cinquecento (Áustria) – agrupamento vocal (2009, estreia em Portugal)
  • Concerto Italiano (Itália) – agrupamento vocal e instrumental / Rinaldo Alessandrini (1994, estreia em Portugal), 1998 / Sara Mingardo (2008)
  • Coro Gulbenkian (Portugal) / Jorge Matta (1991, 1994, 2007) / Michel Corboz (2012)
  • Cristina Ortiz (Brasil) – piano / Fine Arts Quartet (EUA) (2010)
  • Deller Consort (Reino Unido) – agrupamento vocal e instrumental / Mark Deller / Lynne Dawson / Robert Spencer (1992)
  • Discantus (França) – agrupamento vocal e instrumental / Brigitte Lesne (2000, estreia em Portugal)
  • Doulce Mémoire (França) – agrupamento vocal e instrumental / Denis Raisin-Dadre (2001 e 2009)
  • Elisabete Matos (Portugal) – soprano (1999 e 2004)
  • Elisabeth Leonskaja (Rússia) – piano (1995, estreia em Portugal, 1996 e 1998)
  • Elly Ameling (Holanda) – soprano (1991)
  • Elsa Saque (Portugal) – soprano (1989 e 1990)
  • Ensemble Café Zimmermann (França) / Pablo Valetti / Alba Roca / Antoine Torunczyk (2003, estreia em Portugal)
  • Ensemble Micrologus (Itália) / Patrizia Bovi / Adolfo Broegg (2001, estreia em Portugal)
  • Eric Le Sage (França) – piano (2011)
  • Eugene Istomin (Rússia) – piano (1986)
  • European Union Baroque Orchestra (Reino Unido) / Ton Koopman (1992) / Roy Goodman (1994, 1996 e 1998)
  • Ewa Podlés (Polónia) – contralto (2001)
  • Fernando Guimarães (Portugal) – tenor (2012)
  • Fernando Serafim (Portugal) – tenor (1980, 1990 e 1992)
  • Filipe Pinto-Ribeiro (Portugal) – piano (1999)
  • Fine Arts Quartet (EUA) – quarteto de cordas (2010)
  • Gabrieli Consort & Players (Reino Unido) / Paul McCreesh / Robin Blaze (1995, estreia em Portugal) / Peter Harvey / Charles Daniels / Robin Blaze / Julia Gooding / Laurence Cummings (1997) / (1998) / (2000) / (2013)
  • Galina Gorchakova (Federação Russa) – soprano / Larissa Gergieva (Federação Russa) – piano (1997 e 1999)
  • Gerardo Ribeiro (Portugal) – violino (1980, 1989, 1993, 1994 e 1999)
  • Graindelavoix (Bélgica) / Bjorn Schmelzer (2009, estreia em Portugal)
  • Grupo / Ensemble do Curso de Música Barroca de Mateus (Portugal) / Marie Leonhardt / Hidemi Suzuki / Peter Gritton / Ketil Haugsand / Ketil Holtslag (1990) / Ashley Solomon / Alfredo Bernardini / Eduardo Lopez Banzo (1991)
  • Gustav Leonhardt (Holanda) – cravo (2008)
  • Helena Sá e Costa (Portugal) – piano (1981)
  • Huelgas Ensemble (Bélgica) – agrupamento vocal / Paul van Nevel (1996, 1997, 1998, 2004 e 2012)
  • Il Gardellino (Bélgica) – agrupamento vocal e instrumental / Marcel Ponseele / Jan de Winne (2007, estreia em Portugal) / (2010)
  • Isabelle Faust (Alemanha) – violino (2007 e 2011)
  • Isabelle Moretti (França) – harpa (2000, estreia em Portugal)
  • Jean-Guihen Queyras (Canadá/França) – violoncelo (2011)
  • Jean-Marc Luisada (Tunísia/França) – piano (2001 e 2004)
  • Jian Wang (China) – violoncelo (2008)
  • João Paulo Santos (Portugal) – piano (1990, 1997 e 2010)
  • Jordi Savall (Espanha) – viola da gamba / Hespèrion XXI (2005, 2006 e 2010)
  • Jörg Demus (Áustria) – piano (1997)
  • José de Oliveira Lopes (Portugal) – barítono (1988, 1992, 1996 e 1997)
  • José Luís Borges Coelho (Portugal) – direção musical / Coral de Letras da Universidade do Porto (1996)
  • Josep Colóm (Espanha) – piano (1997)
  • Joseph Pálenicek (Bósnia) – piano (1982 e 1983)
  • Julian Bream (Reino Unido) – guitarra (1995)
  • Katona Twins (Hungria) – duo de guitarra (2002, estreia em Portugal, e 2006)
  • L’Arpeggiata – (França) – agrupamento vocal e instrumental / Christina Pluhar / Margit Übellacker / Mísia / Vincenzo Capezzuto / (2013)
  • L’Avventura London (Reino Unido) – agrupamento vocal e instrumental / Zak Ozmo / Joana Seara / Sandra Medeiros (2013, estreia em Portugal)
  • L’Europa Galante (Itália) – orquestra barroca / Fabio Biondi / Riccardo Alessandrini (1993, estreia em Portugal) / Fabio Bonizzoni (1998) / (2006)
  • La Morra (Suiça) – agrupamento vocal e instrumental / Michal Gondko / Corina Marti (2012, estreia em Portugal)
  • La Reverdie (Itália) – agrupamento vocal e instrumental – (1998, estreia em Portugal, 1999, 2006)
  • La Venexiana (Itália) – agrupamento vocal e instrumental / Claudio Cavina / Yetzabel Arias Fernandez / Giuseppe Maletto (2002, estreia em Portugal) / Fabio Bonizzoni / Alena Dantcheva (2005) / (2007)
  • Le Concert Spirituel (França) – agrupamento vocal e instrumental / Hervé Niquet (2005)
  • Leon Fleisher (EUA) – piano (1983 e 1993)
  • Les Basses Réunis (França) – agrupamento de câmara / Bruno Cocset / Bertrand Cuiller (2010)
  • Les Witches (França) – agrupamento vocal e instrumental (2009, estreia em Portugal)
  • Liliana Bizineche (Roménia) – mezzo-soprano (1988)
  • Los Angeles Guitar Quartet (EUA) – (1999)
  • Louis Lortie (Canadá) – piano (2013)
  • Luís Rodrigues (Portugal) – barítono (2001, 2006)
  • Madalena Sá e Costa (Portugal) – violoncelo (1981)
  • Mala Punica (Itália) – agrupamento vocal e instrumental / Pedro Memelsdorff / Jill Feldman (1998, estreia em Portugal) / Amandine Beyer (2002)
  • Marc Coppey (França) – violoncelo (1992)
  • Maria João Pires (Portugal) – piano (1991 e 1992)
  • Maria Tipo (Itália) – piano (1984 e 1990)
  • Maxim Rysanov (Ucrânia) – violeta (2008)
  • Miguel Azguime (Portugal) – direção musical / Sond’Ar-te Electric Ensemble (Portugal) (2010 e 2011)
  • Miguel Borges Coelho (Portugal) – piano (1996, 1998, 2001, 2002, 2004, 2006, 2008 e 2013)
  • Mstislav Rostropovitch (Rússia) – violoncello (1981)
  • Narciso Yepes (Espanha) – guitarra (1992)
  • Nathalie Stutzmann (França) – contralto / Inger Södergren (Suécia) – piano (1994)
  • Nelson Freire (Brasil) – piano (2003)
  • Nikolaï Lugansky (Rússia) – piano (2002, 2004, 2007)
  • Odhecaton (Itália) – agrupamento vocal / Paolo da Col (2003, estreia em Portugal)
  • Olaf Bär (Alemanha) – barítono (1995)
  • Olga Prats (Portugal) – piano (1979)
  • Orquestra Barroca della Pietà de’ Turchini (Itália) – orquestra barroca / Antonio Forio / Roberta Invernizzi / Daniela del Monaco / Guido Morini (2001, estreia em Portugal)
  • Orquestra Clássica do Porto (Portugal) / Mark Fitz-Gerald (1992)
  • Orquestra do Porto (Portugal) / Ralph Weikert (1990) / Jan Lathan-Koenig (1991)
  • Orquestra Filarmónica de Kosice (Eslováquia) / Bystrik Resucha (1981)
  • Orquestra Gulbenkian (Portugal) / Jacques Houtmann (1980, 1981) / Manuel Ivo Cruz (1982) / Leon Fleisher (1983) / Steven Gunzenhauer (1984) / Jacques Houtmann (1985) / Walter Hendl e Carter Nice (1986) / Carter Nice (1986) / Manuel Ivo Cruz (1992) / Max Rabinovitsj (2000)
  • Orquestra Metropolitana de Lisboa (Portugal) / Miguel Graça Moura (1994)
  • Orquestra Nacional de Espanha (Espanha) / George Pehlivanian (1996)
  • Orquestra Nacional do Porto (Portugal) / Mark Stephenson (1998)
  • Orquestra Nova Filarmonia Portuguesa (Portugal) / Álvaro Cassuto (1988, 1989, 1991 e 1992)
  • Orquestra Sinfónica da Lituânia (Lituânia) / Gintaras Rinkevicius (1994) / Vladimir Ziva (1995)
  • Orquestra Sinfónica de Dellaware (EUA) / Stephen Gunzenhauser (1987)
  • Orquestra Sinfónica do Porto (Portugal) / Camargo Guarnieri (1981)
  • Orquestra Sinfónica Portuguesa (Portugal) / Manuel Ivo Cruz (1994)
  • Os Músicos do Tejo (Portugal) – agrupamento vocal e instrumental / Marcos Magalhães / Sandra Medeiros (2013)
  • Paul Tortelier (França) – violoncelo (1981 e 1985)
  • Paulo Gaio Lima (Portugal) – violoncelo (1980, 1984, 1990, 1992, 1998, 1999, 2001 e 2008)
  • Pavel Gomziakov (Rússia) – violoncelo (2013)
  • Pavel Haas Quartet (República Checa) – quarteto de cordas (2011, estreia em Portugal, e 2012)
  • Pavel Kogan (Rússia) – violino (1986)
  • Pedro Amaral (Portugal) – direção musical (2009, 2010 e 2011)
  • Pedro Burmester (Portugal) – piano (1983, 1989, 1991, 1993, 1994, 1995, 1997, 1998, 1999 e 2000, 2003, 2005, 2009 e 2013)
  • Pierre Hantaï (França) – cravo (2000, 2005 e 2010)
  • Pieter Wispelwey (Holanda) - violoncelo (1999, estreia em Portugal, 2001, 2006)
  • Piotr Anderszewsky (Polónia) – piano (2008)
  • Prazak Quartet (República Checa) – quarteto de cordas (1997, estreia em Portugal, 1998, 2000, 2004, 2007)
  • Quarteto de Cordas de Matosinhos (Portugal) – quarteto de cordas (2008 e 2013)
  • Quarteto de Cordas de Praga (República Checa) – quarteto de cordas (1984)
  • Quatuor Ardeo (França) – quarteto de cordas (2013, estreia em Portugal)
  • Rachel Podger (Reino Unido) – violino (2005)
  • Resonet (Espanha) – agrupamento vocal e instrumental / Mercedes Hernández / Fernando Reyes (2004, estreia em Portugal) / (2008 e 2013)
  • Ricercar Consort (Bélgica) – agrupamento vocal e instrumental / Philippe Pierlot / Carlos Mena (2006) / Maria Keohane (2011)
  • Roger Muraro (França) – piano (2002, estreia em Portugal, 2003 e 2005)
  • Sequeira Costa (Portugal) – piano (1984, 1985, 1986 e 2005)
  • Sérgio e Odair Assad (Brasil) – duo de guitarras (1996 e 1998)
  • Sharon Isbin (EUA) – guitarra (1995, estreia em Portugal)
  • Stile Antico (Reino Unido) – agrupamento vocal (2010, estreia em Portugal)
  • Stimmwerck (Alemanha) – agrupamento vocal e instrumental (2011, estreia em Portugal)
  • Talich Quartet (República Checa) – quarteto de cordas (2002)
  • Tania Achot (Irão/Portugal) – piano (1979, 1980, 1982 e 1988)
  • The Academy of Ancient Music (Reino Unido) – orquestra barroca / Andrew Manze (2002)
  • The Consort of Musicke (Reino Unido) – agrupamento vocal e instrumental / Anthony Rooley / Emma Kirkby / Paul Agnew (1993, estreia em Portugal)
  • The Deller Consort (Reino Unido) – agrupamento vocal e instrumental / Mark Deller / Lynne Dawson / Ashley Solomon / Robert Spencer (1992)
  • The Hanover Band (Reino Unido) – orquestra barroca / Richard Egarr / Pavlo Beznosiuk (2000)
  • The Hilliard Ensemble (Reino Unido) – agrupamento vocal (1991)
  • The Queens College Chapel Choir of Oxford (Reino Unido) – agrupamento vocal / Owen Rees (2002)
  • The Sixteen Choir (Reino Unido) – agrupamento vocal / Harry Christophers (1993)
  • The Tallis Scholars (Reino Unido) – agrupamento vocal / Peter Phillips (1991 e 1999)
  • Ton Koopman (Holanda) – cravo / European Union Baroque Orchestra (1992) / (2001)
  • Trio Mediaeval (Noruega) – agrupamento vocal (2011, estreia em Portugal)
  • Vadim Repin (Rússia) – violino / Alexander Melnikov (1997, estreia em Portugal) / Mikhail Mouratch (Rússia) – piano (1999)
  • Victoria de Los Angeles (Espanha) – soprano / Ichiro Suzuki (Japão) – guitarra / Luís Meireles (Portugal) – flauta (1990)
  • Viktoria Postnikova (Rússia) – piano / Alexander Rojdestvensky (Rússia) – violino (1996)
  • Vladimir Krainev (Rússia) – piano (1987)
  • Vox Luminis (Bélgica) – agrupamento vocal e instrumental / Lionel Meunier – direção musical (2013)
  • Compositores lusófonos e estrangeiros residentes há mais de 4 anos em Portugal no período regulamentado nas diversas edições do Concurso Internacional de Composição da Póvoa de Varzim (CICPV) – encomendas do FIMPV e estreia das obras premiadas pelo CICPV no âmbito do FIMPV –, listagem por ordem alfabética:


  • Ana Seara (2007, “Perpétuité” para conjunto de câmara – 2º CICPV / 2º Prémio)
  • Ana Seara (2008, “Le Foncé Ciel de la Nuit” para orquestra – 3º CICPV / 1º Prémio)
  • Ana Seara (2008, “Poema, Mensagem” para conjunto de câmara – 3º CICPV / 2º Prémio)
  • António Pinho Vargas (2001, “Quatro ou cinco movimentos fugidios da água” para conjunto de câmara, obra encomendada pelo XXIII FIMPV)
  • António Pinho Vargas (2008, “Movimentos do subsolo – Quarteto de cordas nº 2”, obra encomendada pelo XXXX FIMPV)
  • Aurélio Edler-Copes (2011, “Ainda escutas o vento?” para conjunto de câmara – 6º CICPV / 1º Prémio)
  • Cândido Lima (2004 – “… do Mar da póvoa–MANTA” para orquestra, obra encomendada pelo XXVI FIMPV)
  • Carlos Azevedo (1998, “Nem sempre o Mar é azul” para orquestra de cordas, obra encomendada pelo XX FIMPV)
  • Carlos Azevedo (2009, “Verazin nº 1”, obra encomendada pelo XXXI FIMPV 2009)
  • Christopher Bochmann (2011, “Divertimento”, obra encomendada pelo XXXIII Festival)
  • Cristóvão Silva (2006, “Impressões” para orquestra – 1º CICPV)
  • Duarte Dinis Silva (2009, “Pathos in Punctus” para conjunto de câmara – 4º CICPV / 2º Prémio)
  • Duarte Dinis Silva (2010, “Concerto para Orquestra” para orquestra – 5º CICPV / 2º Prémio)
  • Eugénio Amorim (2002, “Danças com Mar” para orquestra, obra encomendada pelo XXIV FIMPV)
  • Eurico Carrapatoso (1999, “Aver-o-Mar”, obra encomendada pelo XXI Festival)
  • Fátima Fonte (2007, “A Civilização” para conjunto de câmara – 2º CICPV / 1º Prémio)
  • Fernando Coutinho Lapa (2001, “Canções de Negro e de Sal” para barítono e orquestra, obra encomendada pelo XXXIII FIMPV)
  • Fernando Coutinho Lapa (2006, “Variações em oiro e azul”, obra encomendada pelo XXXVI FIMPV)
  • Gonçalo Gato (2008, “Derivação” para música de câmara – 3º CICPV / 1º Prémio)
  • Gonçalo Gato (2011, “Vectorial-Modular” para orquestra – 6º CICPV – 1º Prémio)
  • Hugo Ribeiro (2007, “Reminiscências” para orquestra – 2º CICPV / 1º Prémio)
  • Hugo Ribeiro (2007, “Quatro Personagens saídos de um Conto” - 2º CICPV / 2º Prémio)
  • Igor Silva (2010, “FlipBook” para conjunto de câmara – 5º CICPV / 1º Prémio)
  • Isabel Soveral (2005, “Le Navigateur du Soleil Incandescent”, obra encomendada pelo XXVII Festival)
  • [ka’mi] (2010, “Sonderart des Kreisens” – ‘No Oculto Profuso’, para agrupamento de câmara – 5º CICPV / 2º Prémio)
  • Luciano Campbell (2011, “(in)pulso(ex)pansão” – Concurso Internacional de Composição da Póvoa de Varzim)
  • Luís Carvalho (2009, “Metamorphoses… homage à M. C. Escher” para orquestra – 4º CICPV / 2º Prémio)
  • Nuno Figueiredo (2010, “Ocaso” para orquestra – 6º CICPV / 1º Prémio)
  • Nuno Pinho (2009, “This is not a poem…” para orquestra – 4º CICPV / 1º Prémio)
  • Osvaldo Fernandes (2011, “Sopros de um vento extinto” para orquestra – 6º CICPV / 2º Prémio)
  • Patrício da Silva (2007, “Seis Peças para Piano” – 2º CICPV / 2º Prémio)
  • Petra Oliveira Bachratá (2008, “What if?” pata orquestra – 3º CICPV / 2º Prémio)